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terça-feira, 31 de julho de 2012

TEUS OLHOS

SEUS OLHOS SÃO UM OCEANO PROFUNDO
DE ONDE SORVO A VIDA PARA OS DIAS QUE VIRÃO
NOSSA COMUNHÃO SIMBIÓTICA , SAGRADA, CRISTALINA
ME ENOBRECE, ME ENRIQUECE, ME FORTALECE...

EXISTEM COISAS QUE DINHEIRO DO MUNDO NENHUM
PODE COMPRAR.
UM MOMENTO DIANTE DO TEU OLHAR É UM DESTES.

TEU OLHAR REFULGI O CONHECIMENTO DE ERAS,
TEU OLHAR TRAZ UM MISTÉRIO QUE AFASTA O COMEZINHO O 
HODIERNO E ENCHE A VIDA DE SIGNIFICADOS.

AH! COMO AMO O BRILHO DOS TEUS OLHOS!

COMO AMO ME OLHAR NOS TEUS OLHOS!

ESTE OLHAR DE AMOR, DE SABEDORIA, DE COMPREENSÃO...

SABER VIVER É UMA ARTE VOCÊ FAZ ISTO COM UM PÉ NAS COSTAS...

VOCÊ ME INSPIRA E ME DIVERTE...

VOCÊ, SEMPRE LINDA NO TEU TRONO DE LUZ
DO ALTO DO DOURADO DOS TEUS FIOS...

VOCÊ É DAQUELES SERES QUE FAZEM COM QUE A VIDA
TENHA SIGNIFICADO E SENTIDO...

SERES QUE ENOBRECEM A VIDA DE QUEM VIVE COM ELES...

SÃO RAROS SERES...

SÃO SERES SAGRADOS...

CONTINUE SENDO E DESTILANDO ESTA LUZ NO MUNDO...

CONTINUE ABENÇOANDO AS PESSOAS...

NÃO DEIXE QUE NADA, NEM NINGUÉM...

NEM EU MESMO E MINHAS IMBECILIDADES
APAGUEM ESTA LUZ LINDA QUE HÁ EM TI...

OM TAT SAT


Abraços

Paz e Luz

VALTER TALIESIN

Vídeo sagrado que reflete um ser ímpar...THE LADY OF SHALOT Loreena Mcckennitt...

Fonte Youtube












            FONTE GOOGLE IMAGENS

segunda-feira, 30 de julho de 2012

RECOMEÇO

Iniciar algo é sempre difícil mas RECOMEÇAR exige uma dose extra de coragem...

EU RECOMEÇO O PROCESSO!

O mundo esta precisando de homens e mulheres sagrados...

EU QUERO SER UM DELES!

Por alguns instantes imaginei ser possível primeiro ser feliz à parte do mundo ....NÃO É!

Mesmo que você encontre, que nós encontremos aquela alma sagrada que você deseja que esteja ao seu lado o resto de sua vida, se você deixar sua missão pessoal de lado você gora...

A nossa missão pessoal é o que nos define como entidades sagradas mais do que qualquer outra coisa!

Quando descobrimos para o que estamos aqui e o que devemos fazer se não o fizermos erramos completamente o alvo.

Devemos assim descobrir o que de fato reina em nossos corações e fazermos...

E devemos vibrar para que pessoas sagradas, sintônicas conosco estejam junto de nós.

Ninguém é uma ilha, ninguém faz nada sozinho!

Assim fatalmente deveremos mais cedo ou tarde atrair com nossa sagrada luz a luz sagrada de outros que vibram como nós e estarão conosco fazendo o que Deus quer que façamos.

Quer na espiritualidade, na política, no social, no comunitário ou seja onde for...nossa missão esta ali, nos esperando... basta aceitarmos O QUE SOMOS e o que viemos aqui fazer.

Cada dia que passa Deus tem colocado pessoas maravilhosas no meu caminho aqui neste blog, no facebook( apesar das frescuras do facebook são eles...SÓ ELES que me impedem de cair fora de lá ), no orkut, no Google+ e no mundo nosso tridimensional de cada dia. Apesar de estar passando por um momento probatório extremo percebi que paradoxalmente foi NELE que mais pessoas eu alcancei com as palavras sagradas que Deus me deu, pessoas aqui no Brasil em encontros no trabalho, nos restaurantes, na rua, pessoas na internet, pessoas dos EUA, da Índia, do Japão, da Europa, de países islâmicos, pessoas que JAMAIS a 20 anos teria se quer contato...Apesar de não falar a língua deles sentiram a inspiração, o poder das mensagens que Deus enviava através deste humilde canal e mesmo lendo-as através do tradutor universal percebiam sua origem...EM DEUS...no Deus que mora dentro de cada um de nós.

Vejam como Deus faz...antes deste período extremo eu era um cara confiante, seguro de si...LÍDER, criativo, construtor de coisas, próspero mas reconheço que era um pouco pedante, metido, SE ACHANDO...precisou vir a noite escura da alma...SIM precisou vir o vale de sombra e morte para que eu percebesse que apesar daqueles predicados serem importantes eu precisava urgentemente de outros....de TOLERÂNCIA, DE PACIÊNCIA,HUMILDADE E DE DEIXAR ALGUÉM COMANDAR ALGUMAS VEZES...

Foi uma experiência tão radical que quem me conheceu neste vale, nesta noite escura da alma talvez até confunda e pense que eu fui sempre assim...passivo...ledo engano....se me conhecessem antes talvez agradecessem o 'passivo' atual de joelhos rs...

Uma mulher que amei um dia me disse....'Valter te amo mas você é voluntarioso demais...senhor de si demais, não deixa outra pessoa também decidir, você me assusta; quero alguém mais calmo, menos voluntarioso, menos atirado na vida, você me atrai demais mas também me assusta com tanta energia'...pois bem...

Agora outra que amei e me conheceu neste período probatório e que dizia que queria me ....MIMAR(?), cuidar de mim, de minhas dores de guerra desta fase probatória(sim... eu acreditei rs...) me diz exatamente o oposto ...que sou passivo, parado demais.....

Nós seres humanos somos realmente engraçados hehehe!

Conto  isto para percebermos que dificilmente as pessoas vão estar satisfeitas conosco se nós mesmos não estivermos satisfeitos....eu encarei o que a primeira disse como uma dura critica e dai prometi para mim mesmo que quando encontrasse um outro amor seria mais passivo...fui....dancei... kkkkkkkk....ou seja; NÃO DEVEMOS funcionar conforme o humor dos outros....devemos ser e fazer feliz...quer com uma ou outra não havia como agradar porque na verdade elas viram em mim a sombra escura delas mesmas e a rejeitaram...uma temia um senhor feudal e a outra um serviçal apesar de dizer que queria ser 'a cuidadora' rsrsrs...e eu não era mais nem um nem outro de fato... apenas um cara tentando entender como ser e fazer feliz...só isto!

Espero que nenhuma delas se lerem isto encarem como uma crítica a elas mesmas mas a mim...

EU ERREI em focar o alvo errado!

Devia continuar focando minha missão de vida e não em alguém específico e especial para estar comigo nisto.

Devia entender que fazendo o que tem que ser feito...AS PESSOAS QUE TEM QUE SER SE MANIFESTAM e não buscá-las na NECESSIDADE de ser ou fazer alguém amado(a)...

Assim o recomeço se faz necessário....

Agora mais maduro e com as experiências dos dois momentos de vida....nem voluntarioso...nem passivo...apenas um equilíbrio lúcido entre o ir e vir, fazer ou não fazer...sem medo de ser e fazer feliz...

Espero que ambas encontrem um dia o 'passivo' ou  o 'voluntarioso' que buscavam em mim em algum outro lugar ou alguém, eu de minha parte quero apenas AMAR...ser e fazer feliz....engraçado...agora eu percebo....apesar de para uma ser voluntarioso demais e para outra passivo demais eu mesmo nunca consegui ver defeitos nelas tão gritantes(e acreditem....elas os tinham) a ponto de não as querelas...será que era porque de fato eu as amava de verdade....INCONDICIONALMENTE? E se for assim o que elas sentiam por mim, apesar de dizerem me amar, se define como o que?

Tai uma boa pergunta!


Abraços

Paz e Luz

VALTER TALIESIN


OM TAT SAT


Vídeo sobre o assunto.... a belíssima CATH THE WIND  DE DONOVAN....QUE FALA DE ESTARMOS AO LADO DE ALGUÉM QUE QUEIRA ESTA CONOSCO COMO QUEREMOS ESTAR COM ELA...


Tradução

Nas horas frias e minutos,
De incerteza,eu quero estar,
No calor seguro de sua mente amorosa.


Sentir você a minha volta,
E pegar sua mão, ao longo da areia,
Ah, mas eu posso também tentar e pegar o vento.


Quando o pôr-do-sol empalidecer o céu,
Eu quero me esconder um instante, atrás do seu sorriso,
E todos que eu olharia, seus olhos eu encontraria.


Para eu te amar agora,
Seria a coisa mais doce, me faria cantar,
Ah, mas eu posso também, tentar e pegar o vento.


Quando a chuva derrubou as folhas com lágrimas,
Eu quero você por perto, para matar os meus medos
Para me ajudar a deixar todas as tristezas para trás.


Ficar no seu coração,
É onde eu quero estar, e muito tempo estar,
Ah, mas eu posso também, tentar e pegar o vento.


Donovan...













              FONTE GOOGLE IMAGENS






sábado, 28 de julho de 2012

A ALMA E SUA NOITE MAIS ESCURA...

'AINDA QUE EU ANDE PELO VALE DA SOMBRA DA MORTE NÃO TEMO MAL ALGUM PORQUE TU ESTAIS COMIGO...

A TUA VARA E O TEU CAJADO ME CONSOLAM...'

Estes versos do salmo 23 definem um dos momentos mais decisivos e necessários na vida do buscador da luz...

A DESCIDA AO VALE...

A descida ao vale é o momento de prova mais extrema que um servidor da luz pode enfrentar na terra e que o definirá pelos dias que virão...

E não é qualquer vale...

É O VALE DA SOMBRA DA MORTE...

O vale onde a morte esta a espreita em todos os momentos, em todos os instantes.

São João da Cruz por sua vez focou na experiência que se tem neste lugar onde somos levados por Deus para sermos testados e definiu-o como NOITE ESCURA DA ALMA...

Esta é uma experiência determinante para que sejam escolhidos os futuros avatares, bodhisatwas, profetas, líderes... enfim; pessoas que se propõem e que se sentem aptas para gerirem os destinos espirituais e evolutivos da humanidade.

Preste atenção na vida de todos os grandes homens e mulheres do mundo e você verá em algum momento a presença deles neste vale.

Você verá que tudo o que passaram a ser a partir de então refletem suas experiências COM DEUS neste vale de sombra e morte.

ANDAR COM DEUS NÃO É SINÔNIMO DE ELITISMO MAS DE EVOLUÇÃO!

DEUS NÃO DÁ NADA DE GRAÇA A NINGUÉM POIS SEU INTERESSE É QUE EVOLUAMOS RUMO À DIVINDADE INTRÍNSECA À NÓS...

O vale da sombra da morte é onde nascem os luminares do mundo!

É neste vale sombrio cercado por escarpas, tinindo de frio, com o vento cortante circundando-nos que ELE se revela mais fiel e veraz...

Quando a noite escura da alma chega é sinal de que a alma esta madura para dar seu próximo passo evolutivo...

NADA É POR ACASO NA DISPENSAÇÃO DIVINA!

Todos os perigos possíveis e imagináveis estão ali, ocultos no vale da provação!

Todos os medos interiores se manifestam nas experiências do vale.

E pouco a pouco a alma sente-se lapidada, forjada até que um belo de um dia tudo chega ao fim...

Neste vale Deus esta conosco através de sua condução, direção e
proteção simbolizados na vara e no cajado.

Reparem que nas mãos dos faraós do Egito existiam os dois símbolos...a vara e o cajado...

Estes eram os símbolos temporais e espirituais dos grandes reis do Egito.

Moisés o grande legislador hebreu também fazia uso de vara e cajado, assim como obviamente Davi, que escreveu este salmo.

Sabiam os antigos  portanto o quanto estes utensílios simbolizavam. 

Não era só para serem usados pelos pastores de rebanhos mas sabiam o quanto tinham de simbolismo em relação aos grandes pastores dos povos que eram os reis e líderes espirituais e suas funções.

Para Davi a vara e o cajado do Senhor eram símbolos da condução divina de sua vida e seja o que for que acontecesse com ele Deus estava no comando...

É o tipo verdadeiro do que chamamos ....FÉ!

Fé é a força e o poder sobrenatural de Deus em nós que se manifesta nos momentos mais decisivos de nossas vidas. Momentos nos quais nada nem ninguém dão mais nada por nós...até muitas vezes nós mesmos!

Entretanto ela brota, cresce e se fortalece neste precisos momentos de prova e desilusão extrema nos levando a novas experiências e níveis de evolução espiritual...

ACREDITE...

O homem ou a mulher que entrou no vale...JAMAIS sairá a mesma pessoa quer para bem ou mal...pois o vale define QUEM É O QUE!

A noite escura da alma nos convida assim a sermos pacientes, tolerantes,piedosos,amorosos num nível tal que somente quem experiencia Deus em si pode ser...

SEM ELA NÃO NOS TORNAMOS OU NOS MANIFESTAMOS DIVINOS!

Devemos assim aceitar não só os pastos verdejantes, as águas tranquilas, o refrigério da alma, bem como as veredas de justiça citadas neste salmo mas também o vale sombrio como experiências transformadoras com Deus.

Depois que sairmos do vale a mesa farta, o cálice transbordante e o óleo da unção estarão nos esperando como metáforas de novas energias, poderes e talentos que se manifestarão em nós e a partir de nós para curar todo o mundo.

A mesa farta sinaliza o alimento espiritual inesgotável a que teremos acesso e NENHUM INIMIGO  DA ALMA a partir de então terá poder de restringir...

O cálice transbordante é a bebida dos deuses; o soma imortal, o graal sagrado da aliança entre o divino e o humano em e além de nós...bebê-lo é símbolo de termos acessos as águas perenes de vida espiritual, a fontes inesgotáveis....

O óleo da unção é não só cicatrizante como pensam alguns devido as feridas do vale mas e principalmente símbolo de sagração...de um novo homem de uma nova mulher ungidos para algo específico em prol do reino de Deus.

Dai então habitaremos SEMPRE na casa do Senhor ou seja; diante do Senhor, do Deus interno sempre renovados e renovantes curando o mundo com misericórdia, compaixão e amor...

É PARA ISTO QUE SERVE A NOITE ESCURA DA ALMA E O VALE DA SOBRA DA MORTE TÃO TEMIDOS....

FORJAR DEUSES E DEUSAS EVOLUTIVOS!

Algo realmente necessário mas glorioso!

É isto...


Abraços

Paz e Luz

Valter Taliesin


OM TAT SAT


Vídeos de luz...

Atravessando a noite escura da alma


The Dark Knight of the Soul...A noite escura da alma, de Loreena McCkennitt inspirado em São João da Cruz



      FONTE YOUTUBE












                FONTE GOOGLE IMAGENS









AVALON...e a Magia e Fantasia dos deuses CELTAS

Nem só de Merlim, Morgana e Arthur vive a mitologia celta.


Grandes deuses e deusas, grandes aventuras, personagens e gestas enriqueceram esta que hoje é uma das mais populares mitologias do mundo espiritualista dito alternativo.


Vejamos um pouco deste mundo fantástico.


AVALON


Avalon (provavelmente do celta abal: maçã) é uma ilha lendária da lenda arturiana, famosa por suas belas maçãs. Ele aparece pela primeira vez Historia Regum Britanniae ("A História dos Reis da Bretanha") de Geoffrey of Monmouth como o lugar onde a espada do Rei Arthur Excalibur foi forjada e posteriormente para onde Arthur é levado para se recuperar dos ferimentos após a Batalha de Camlann. Como uma "Ilha dos Bem-aventurados" Avalon tem paralelo em outros lugares na mitologia indo-europeia, em particular a Tír na nÓg irlandesa e a Hespérides grega, também conhecidas por suas maçãs. Avalon foi associada há muito tempo com seres imortais, como Morgana Le Fay.

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[editar] Na lenda arturiana

Avalon era uma ilha lendária encantada onde "Excalibur", a espada do Rei Artur tinha sido forjada e para onde o próprio rei tinha voltado vitorioso depois da sua última batalha para ser curado de um ferimento mortal.
Em algumas versões, Avalon é regida por Morgana, uma sacerdotisa da antiga religião rodeada de nove donzelas sacerdotisas responsáveis pela cura de Artur, deitado numa cama de ouro. Numa outra versão ela é descrita como sua meia irmã.
Em uma outra versão, o Rei Arthur é ferido em combate, e então levado pela Dama do Lago a uma Avalon mística do além, paralela ao mundo real, onde Artur permanece retirado desse mundo, tornando-se para sempre imortal.
Em algumas versões da lenda, ele não resiste à viagem e morre, tendo sido enterrado então em Avalon; em outra versão, ele estaria só dormindo, esperando para voltar num futuro próximo, pois, a ilha seria um refúgio de espíritos, a qual permitiria a ele permanecer vivo por meio das artes mágicas.

[editar] Ynys Wydryn

Na ficção histórica As Crônicas de Artur de Bernard Cornwell, parte da trilogia sobre a saga arturiana, o autor dá um outro nome a Avalon, Ynys Wyndryn, porém ele mesmo também cita Ynys Mon em sua narrativa de ficção histórica, mascarando a verdade da ficção que mistura pesquisa histórica e lenda.
Ynys Wydryn (Ilha do Vidro), ou Avalon, era em termos lendários o local onde vivia Merlin juntamente com Viviane, que era grã-sacerdotisa e tia de Arthur (que nunca chega a ser rei), onde era possível utilizar a magia, ou seja, o poder divino dos deuses antigos.
Avalon, Ynys Wydryn ou Ynys Mon era um lugar de conhecimento sobre os deuses pagãos antigos onde os druidas passavam o conhecimento antigo de geração em geração. Era o lugar onde se aprendia o conhecimento da religião antiga o druidismo, sendo Merlin o senhor de Avalon ou Ynys Wydryn, que construíra Tor, uma torre onde vivia e guardava todos os seus memoráveis e quem sabe mágicos tesouros.
A Senhora do Lago é designada como autoridade máxima da ilha, e Artur era filho do rei Uther Pendragon, que no passado, era seguidor da crença da Deusa, como também a mãe de Artur, Igraine. Arthur faz um pacto de reacender a crença da Senhora do Lago para que com o passar do tempo ela não se apagasse.
No fim de tudo, Ynys Wydryn ganha um papel importante, pois quando Artur foi ferido mortalmente em batalha pelo seu próprio filho Mordred, ele teria sido supostamente levado de barco à ilha por sua meia irmã Morgana ao Lago, para onde através dos poderes que a Deusa havia lhe dado ela poderia retornar.
No caminho, ela foi recusada por ter desprezado a Deusa e o único jeito de retornarem à Avalon foi Artur devolver a Excalibur ao Lago, onde habitava a Deusa. Sua sepultura foi feita em Avalon, na terra de Merlin, Ynys Wydryn, juntamente com o corpo de sua amada Guinevere.

[editar] Conexão com Glastonbury

Em torno de 1190 Avalon tornou-se associado com Glastonbury, quando monges da Abadia de Glastonbury alegaram ter descoberto os ossos de Artur e sua rainha. É no trabalho de Giraldus Cambrensis que encontra-se a primeira conexão:
Cquote1.svgO que agora é conhecido como Glastonbury foi, em tempos antigos, chamado de Ilha de Avalon. É praticamente uma ilha, pois é completamente cercada por pântanos. Em galês, é chamada de "Ynys Afallach", o que significa Ilha das Maçãs uma vez que esta fruta cresceu em grande abundância. Após a batalha de Camlann, uma nobre chamada Morgana, mais tarde, a governante e padroeira da região e com uma estreita relação de sangue com o Rei Arthur, o levou para a ilha, agora conhecida como Glastonbury, a fim de que seus ferimentos pudessem ser cuidados. Anos atrás, a região também tinha sido chamada de "Ynys Gutrin" em galês, que significa a Ilha de Vidro, e destas palavras, os saxões invasores depois inventaram o nome do local "Glastingebury".Cquote2.svg
[1]

[editar] Ver também


http://pt.wikipedia.org/wiki/Avalon





MITOLOGIA CÉLTICA



De modo geral, o termo celta aplica-se aos povos que viveram na Grã-Bretanha e na Europa Ocidental entre 2000 a.C. e 400 d.C.. Eram civilizações da Idade do Ferro, habitantes sobretudo de pequenas aldeias lideradas por chefes guerreiros. Os celtas da Europa continental não deixaram registo escrito, mas conhecemos seus deuses através dos conquistadores romanos, que estabeleceram elos entre muitas dessas divindades e seus próprios deuses. Por exemplo, o deus do trovão Taranis era o equivalente do Júpiter romano, e várias outras divindades locais eram equiparadas a Marte, Mercúrio e Apolo. Os povos do País de Gales e da Irlanda também deixaram uma mitologia muito rica e muitas de suas lendas foram escritas durante a Idade Média.
A mitologia celta pode ser dividida em três subgrupos principais de crenças relacionadas.
É importante manter em mente que a cultura celta (e suas religiões) não são tão contíguas ou homogêneas quanto foram a cultura romana ou grega por exemplo. Nossos conhecimentos atuais determinam que cada tribo ao longo da vasta área de influência céltica tinha suas próprias divindades. Dos mais de trezentos deuses celtas, poucos efetivamente eram adorados em comum.

Índice

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[editar] Principais deuses celtas

[editar] Outros deuses

Os celtas adoravam um grande número de deuses dos quais sabemos pouco mais que os nomes. Entre eles deusas da natureza comoTailtiu, Macha, e Epona, deusa dos cavalos. Figuras masculinas incluiam deuses associados a uma enorme variedade de coisas, como Goibiniu, o fabricante de cerveja. Havia também Tan Hill, a divindade do Fogo.
Cernunnos (também chamado de Slough Feg, ou na forma latinizada Cornífero) é comprovadamente um dos mitos mais antigos mas do qual pouquíssimo se sabe. O escritor romano Lucano fez várias menções a deuses celtas como Taranis, Teutates e Esus que, curiosamente, não parecem ter sido amplamente adorados ou relevantes.
Vários deuses eram formas variantes de outros. A deusa galo-romana Epona parece ser uma variante da deusa Rhiannon, adorada em Gales, ou ainda Macha, adorada na região do Ulster. Povos politeístas raramente se importam em manter seus panteões da forma organizada em que os pesquisadores gostariam de encontrar. Também a cultura celta sofreu influências das antigas civilizações, como por exemplo os babilônicos , a deusa Ianellus é o resultado desta miscigenação.

[editar] Templos

Frequentemente se diz que os povos celtas não construíam templos, adorando seus deuses apenas em altares em bosques. A arqueologia já provou que isto está incorreto, e várias estruturas de templos já foram encontradas em regiões célticas. Depois das conquistas de Roma sobre partes das regiões celtas, um tipo distinto de templo celto-romano se desenvolveu.

[editar] Ritos celtas

Os primeiros celtas não construíam templos para a adoração de seus deuses, mas mantinham altares em bosques (de Nemeton) dedicados a serem locais de adoração. Algumas árvores eram consideradas elas próprias sagradas. A importância das árvores na religião celta pode ser mostrada pelo fato que o nome da tribo dos Eburônios contém uma referência a yew tree, e nomes como Mac Cuillin (filho de acebo), e Mac Ibar (filho de yew) aparecem nos mitos irlandeses. Apenas durante o período de influência romana os celtas começaram a construir templos, um hábito que foi passado às tribos germânicas que os suplantaram.
Escritores romanos insistiam que o sacrifício humano era praticado pelos celtas em larga escala e há indícios dessa possibilidade vindos de achados na Irlanda, no entanto a maior parte da informação sobre isso veio de rumores de "segunda mão" que chegavam a Roma. São muito poucas as descobertas arqueológicas que substanciam o processo de sacrifício e assim os historiadores modernos consideram que os sacrifícios humanos eram um acontecimento extremamente raro nas culturas celtas.
Mas havia também, no entanto, um culto guerreiro centrado nas cabeças cortadas de seus inimigos. Os celtas muniam seus mortos de armas e outros pertences, o que indica que acreditavam na vida após a morte. Depois do funeral, eles também cortavam a cabeça do morto e esmagavam seu crânio para evitar que seu espírito permanecesse preso.
Nenhuma menção aos cultos celtas pode deixar de descrever os druidas. Esses sacerdotes representam simplesmente a classe mais ou menos hereditária de xamãs, característica de todas as sociedades indo-europeias antigas. Em outras palavras, eles são o equivalente a casta brâmane indiana ou aos magi persas, e como estes um especialista nas práticas de magia, sacrifício e augúrio. Eles eram conhecidos por ser particularmente associados a carvalhos e trufas; essas últimas talvez usadas na confecção de medicamentos ou alucinógenos. Outra figura importante na manutenção das lendas célticas era o bardo, aquele que, através de suas músicas, difundia os feitos de bravura dos heróis do passado. Desse ponto de vista, a cultura celta não foi uma cultura histórica - do ponto de vista que não teve história escrita (ainda que os celtas possuíssem formas rudimentares de escrita, baseadas em traços verticais e horizontais). Suas histórias eram transmitidas oralmente, e os bardos eram particularmente bons nisso já que, uma vez que suas histórias eram musicadas, tornava-se fácil lembrar das palavras exatas que as compunham. Além disso, eles podem ter sido considerados uma espécie de profetas. O historiador Estrabo descreveu-os como "vates", palavra que significa inspirado, estasiado. É possível que a sociedade céltica tivesse, além da religião taumatúrgica e ritualística dos druidas, um elemento de comunicação estásica com o Além.

[editar] A conversão dos druidas

O cristianismo se espalhou com muita facilidade pelas regiões célticas como a Gália, Bretanha, Grã-Bretanha e Irlanda. A presença se faz notar desde o século II, mas mais intensamente a partir do século IV. Vários mosteiros são abertos. São Colombano fundou mosteiros em Annegray no Vosges, em Luxeit na Borgonha, e até em Bobbio na Lombardia. São Patrick (ou São Patrício) é o santo padroeiro da Irlanda. Vários manuscritos da Idade Média contam a sua lenda. Nascido possivelmente em 390 ou 415 (não há certeza sobre as datas), ele não tem origem irlandesa, mas grã-bretã. Quando jovem, foi raptado por piratas e tornado escravo na Irlanda. Liberto seis anos depois, se torna sacerdote e depois bispo, quando decide responder a um chamado divino para converter os seus sequestradores. Desembarca em Ulster, querendo implantar uma rede de discípulos, e inicia a conversão dos druidas, ritualísticos da sociedade local. E, desde então, oficialmente, em cada último domingo do mês de julho, multidões de irlandeses galgam o monte Croagh Patrick para render homenagem ao santo fundador.

[editar] Resquícios modernos

Os modos e as crenças celtas tiveram um grande impacto na atualidade das regiões em que se encontravam. Conhecimentos sobre a religião pré-cristã ainda são comuns nas regiões que foram habitadas pelos celtas, apesar de agora estarem diminuindo. Adicionalmente, muitos santos não-oficiais são adorados na Escócia, como Saint Brid na Escócia (Brigid, na Irlanda), uma adaptação cristã da deusa de mesmo nome. Vários ritos envolvendo peregrinações a vales e poços considerados sagrados aos quais creditam propriedades curativas têm origem celta. As festas dos celtas eram baseadas nos solstícios e equinócios.O Imbolc era celebrado no dia 1º de fevereiro e marcava o começo da vida da natureza depois da hibernação do inverno.O Samhain,a festa dos mortos,ocorria em 1º de novembro.A festa cristã de todos os santos no dia 1º de novembro é derivada dessa data comemorativa celta.

[editar] Ver também


http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_c%C3%A9ltica


DEUSES
CELTAS
Abnoba - Deusa da Floresta negra (Forêt-Noire, Schwarzwald).

Airmid - filha de Diancecht divindade da medicina.Contam as lendas que Airmid colheu 365 talos que cresceram sobre a tumba de seu irmão Miach e organizou de forma fazer um manto com eles onde cada um dos talos curavam qualquer doença do mundo.Tudo seria perfeito se Diancecht por ciúme(ele havia matado Miach por ciúme) não tivesse misturado os talos.Dizem as lendas que se ele não tivesse feito isso hoje saberíamos a cura para todas as doenças.
Andrasta - Deusa guerreira. Aparece com a rainha Budica. Tinha um esposo de que foi identificado com Marte (deus da guerra) romano.

Angus óg - ''O deus jovem'' do amor , do erostismo e da beleza, tinha uma arpa como a de Dagda, mas a sua era feita de ouro, e a musica que dela emanava era tão doce que ninguém que a ouvisse resistia ao chamado de acompanhá-la; seus beijos se tornavam pássaros que iam de encontro aos casais enamorados de toda Erin.

Arduina - Deusa de Ardennes. Foi identificada pelos romanos como Diana, a Ártemis grega.


Balor - Gigante irlandês de "mau olho"; tinha as pálpebras caídas sobre os olhos e ao erguê-las destruia e definhava tudo o que o seu olho avistasse ;conseguiu seu ''mau-olho'' quando criança e ao olhar escondido pela fresta de uma janela onde as feiticeiras de seu pai estavam a preparar uma poção mágica uma exlplosão acertou seu olho;seu congênere gaulês chamava-se Yspaddaden.


Belenos - "O Brilhante" ou "Aquele Que Reluz", divindade pré-céltica que simboliza as chamas.

Boann - esposa do Dagda é ligada diretamente com o rio Boyne e a sua lenda.

Brigit - Irmã do deus Angus Óg,divindade do amor. Brigit é uma deusa tríplice, a menos que haja três irmãs com o mesmo nome. É venerada pelos poetas, ferreiros e pelos médicos e principalmente as mulheres que cuidam do lar. Enquanto deusa das estações do ano, seu culto se celebrava no primeiro dia de fevereiro, dia do Imbolc.Seu caldeirão arde com três chamas;o fogo que cura, o que forja e o que inspira.

Bilé - Divindade pré-céltica ligada a Morte

Bron - O deus marítimo Llyr teve dois filhos: Bron ou Brân (Bron é irlandês e Brân é gaulês) e Manannân ou Manawydan. Brân era um enorme gigante que nenhum palácio ou nenhum navio podia abrigar; atravessou a vau o mar da Irlanda para combater e destruir um rei e seu exército; estendido através de um rio, seu corpo gigantesco serviu de ponte para o exército passar. Possuia um caldeirão mágico com a qual ressucitava os mortos. Harpista e músico, era o protetor dos fili e dos bardos. Rei das regiões infernais, lutou para defender os tesouros mágicos que o filho de Dôn queria roubar. Ferido por uma flecha envenenada, ordenou que lhe cortassem a cabeça, a fim de abreviar seu sofrimento; a esta cabeça decepada continuava a dar ordens e conversar durante 87 anos, que tantos foram necessários para levar o corpo à sepultura, uma colina de Londres. A cabeça cortada de Brân, voltada para o sul, prevenia a ilha de toda invasão; o rei Artur, imprudente, mandou exumá-la, tornando possível a conquista da saxônia.


Cuchulainn - As aventuras de Cuchulainn (diz-se Cu-hu-lim) constituem a epopéia principal do ciclo heróico de Ulster. Ao nascer, chamava-se Setanta; era filho de Dechtiré, irmã do rei Conchobar, casada com Sualtan, o profeta. Seu pai verdadeiro, porém, era o deus Lug, mito solar dos Tuatha Dê Danann. Foi criado entre os demais filhos dos vassalos e guerreiros do rei. Com sete anos matou o terrível cão de guarda de Culann, chefe dos ferreiros de Ulster; vem daí o nome Cuchulainn, "Cão de Culann". O menino possuia uma força incrível e, quando dominado pela ira, erradiava calor intenso de seu corpo e suas feições transformavam-se, pavorosamente. Algum tempo depois de matar o cão, massacrou três guerreiros mágicos gigantes, que tinham desafiado os nobres do Ramo Vermelho (uma milícia ou ordem primitiva de cavaleria de Ulster, provavelmente). Depois, mandam-no para Scâthach, a feiticeira-guerreira, epônima da ilha Skye, onde conclui sua educação. A feiticeira ensina a ele a arte da magia. Antes de voltar para casa, decide matar uma inimiga de sua mestra, a amazona Aiffé, uma mortal. Não só a derrota mas deixa-a grávida. Volta, assim, para Ulster, munido de armas prodigiosas. Pouco tempo passado, se apaixona por Emer (diz-se Avair), filha de Forgall Manach, mágico poderoso. Este não permite o relacionamento; Cuchulainn, então, rapta-a, depois de ter matado toda a guarnição e o pai da moça. Neste período é que as grandes batalhas e aventuras tomam lugar.


Crédné - O bronzista dos Thuata de Dannan.Constitui junto com Luchtainé e Goibniu o ''na trí dé dána'', ou os três deuses das artes.

Dagda - O "O bom deus", é o nome pelo qual era chamado o deus-chefe Eochaid Ollathair. Dagda era bom para tudo: dos mágicos é o primeiro e o mais poderoso, temível guerreiro, habilíssimo artífice e o mais esperto de todos quantos "possuem a vida e a morte". Possui um caldeirão mágico que pode alimentar todos os homens da terra além de curar todos os ferimentos existentes. Chama as estações do ano tocando sua harpa divina feita de carvalho. Veste uma túnica curta e traz na cabeça um capuz. É o senhor da vida e da morte, dispersador da abundância.Seu cajado mágico pode com uma ponta ressuscitar uma pessoa e com a outra retirar a vida, este cajado por sinal só pode ser empunhado por Dagda,e qualquer outro que tentar não conseguirá de tão pesado que ele se torna.


Dianecechet - deus da medicina, médico dos deuses teve como fillhos Miach, Airmid, Etan(esposa de Oghma), Cethé, Cu e Cian ( que se casou com Ethniu, filha de Balor que teve como filho Lugh).



Dana/Danu - Companheira de Bilé. A sua descendência chama-se Tuatha Dê Danann (tribo da deusa Dana).Acredita-se estar ligada ao Danúbio um dos principais locais de exploração dos vestígios dos celtas.

Épona - "A Cavaleira" ou "A Amazona". É representada sempre a cavalo, sentada de lado, como as amazonas do século passado; na cabeça tras um diadema; ao seu lado vê-se uma jumenta ou um poldro, que, às vezes, é alimetado pela deusa. Seus atributos eram a cornucópia, uma pátera e frutos. Presidia, também, à fecundidade do solo, fertilizado pelas águas.


Fionn - Chefe dos Fianna de Leinster, o herói Finn ou Fionn mac Cumhail é o fanfarrão que mata monstros também sendo um mágico. Vive de aventuras, é desconfiado e astucioso. É seu filho Ossian e seu avô Oscar; são seus inimigos Goll e seu irmão Conan. Seu nome significa "Branco" ou "Louro". Morreu em uma batalha, em Ghabra.


Govannon - O nome é b retão; a forma irlandesa é Goibniu e significa "ferreiro" ; fornece armas aos membros do clã e aos aliados.Consideram-no, na Irlanda, arquiteto das altas torres redondas e das primeiras igrejas cristãs, ele também era possuidor dos segredos de uma bebida em que se acreditava fornecer invulnerabilidade.


Luchtainé - o carpinteiro dos Thuata de Dannan.

Lugh - Mito solar dos Tuatha de Danann, Lugh das muitas artes é conhecido por suas inúmeras habilidades; é guerreiro, poeta,historiador,magista,construtor, campeão, médico, copeiro,caldeireiro, ferreiro e carpinteiro. Possui um elmo que o torna invisível e uma lança sedenta por combates que nunca erra o alvo.

Llyr - Deus dos mares e tempestades, o impetuoso Llyr teve dois filhos; o gigante Bron e o famoso Manannán MacLlyr, possuidor de tesouros e segredos mágicos.

Mider - deus do submundo,era ligado a ilha de falga ( ilha de Man), onde em uma cidadela guardava três vacas e um caldeirão mágicos; ele é ao meu ver representado como uma espécie de vítima já que todas as suas posses foram saqueadas inclusive sua esposa Etain,que fora levada por Angus óg.


Nuada ''Mão-de-prata'' - Rei supremo dos Thuata de Dannan, afastado após perder seu braço em batalha e depois retornando ao trono com um braço mágico de prata novo acabando com a tirania do rei meio Tuatha meio Fomore Bress que havia tomado o seu lugar.

Oghma - Oghma, também conhecido como Cermait ( boca de mel), é o deus da poesia e da eloqüencia, divindade protetora dos fili irlandeses, Oghma foi o responsável pela criação do agham, alfabeto rúnico utilizado pelos druidas em seus rituais e marcações secretas.

Ossian - Era filho de Finn. É, certamente, a figura mais importante ciclo feniano ou Ossianico. Quando aconteceu a derrocada de Gabhra, escapou graças à fada Niamh, que o conduziu para Tir na n-Og,( a terra da juventude). Passou lá 300 anos de jovialidade plena, enquanto o tempo e os reinos (e os reis) passavam na terra. No fim desse tempo quis retornar a Erin; Niamh lhe confia a montaria mágica que ela mesma usava, recomendando-lhe que não pusesse o pé no solo. Ossian, entretanto, desce da montaria e pisa em terra firme, e quando se dá por si já era um velho fraco e cego.

Rhiannon - Rhiannon é uma deusa britânica, ligada ao mundo dos mortos (outro mundo) e possuidora de famosos três pássaros.
Há uma longa história presente no Mabinogion envolvendo seu casamento com o herói gales Pwyll, monarca de Dyfed bem como uma maldição para que esta se tornasse estéril engravidando através de mágica e uma grande busca por seu filho após ao nascimento. Além das crianças e o mundo dos mortos ela também tem sua imagem associada a cavalos.
Dizia-se que os pássaros de Rhiannon com seu canto podiam despertar os mortos para a vida e adormecer os vivos em sono de morte.Por sorte eles não eram muito de sair cantando por ai.
Uma tríade galesa até mesmo dizia que '' Há três coisas que não são muito ouvidas: O canto dos pássaros de Rhiannon, sabedoria da boca de um saxão e um convite a banquete da boca de um avarento.''


http://www.tocadobardo.kit.net/deusesceltass.htm

Vejam ainda...

http://gatomistico.blogspot.com.br/2008/07/deuses-celtas.html

http://celtas-brasil.vilabol.uol.com.br/figuras.htm


Abraços

Pax e Lux

VALTER TALIESIN


OM TAT SAT


Vídeo interessante sobre MORRIGAN a grande deusa celta....


Fonte Youtube



















                  FONTE GOOGLE IMAGENS