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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

TIME AFTER TIME


MEDITANDO NESTES 4 TEXTOS SOBRE DIVERSOS ASSUNTOS QUE ENVOLVEM NOSSA RELAÇÃO UNS COM OS OUTROS, O MUNDO AO NOSSO REDOR E O DIVINO EM TUDO PRESENTE...
OM SHANTI SHANTI SHANTI
VALTER TALIESIN


As muralhas de Jericó estão a ruir, ruir nas almas dos enfeitiçados pelo odor da inebriante flôr da mortalidade que nos confunde e nos faz sentirmos que a vida é puramente trágica e mórbida.

Ao ruir as muralhas de Jericó pelo som inconfundível das trombetas sagradas o mortal se reveste de imortalidade e o corruptível deixa de ser corrompido e um novo mundo se abre aos olhos.

Com as muralhas caídas os guerreiros de YHVH,
O exército de Arjuna, o mito da guerra dos deuses
se torna uma metáfora de libertação da alma.

E tanto YHVH como KRISHNA revelam a faceta da fraqueza
humana, o ultrapassar o métron, o ir contra a lei da vida e dai
chamar sobre si as marés sagradas dos exércitos do dharma.

Quem como Raabe consegue ver além do muro um novo
mundo, uma nova possibilidade de vida sai de Jericó caminhando
entre os guerreiros do dharma de cabeça erguida.

Pois NADA pode atingir uma alma que se fez sagrada acima
de sua própria fraqueza, que não olhou sua pequenez mas viu
a grandeza do que estava diante de seus olhos imortais.

Aquela que percebeu onde esta o carma negativo e o dharma positivo escapou da destruição ilesa mesmo sendo considerada ante a moral do mundo o menos digno dos sêres.

Raabe a prostituta se torna ali, naquele instante, a mulher sagrada, um símbolo do que uma alma que vê além do véu pode ter e obter independentemente do que no passado tenha sido ou feito.

E tão sagrada se torna que entra na linha que vai dar no fruto de todo o dharma positivo da luz...no Messias...no Cristo...mesclando-se de forma tal ao povo do dharma como se nunca do outro lado fosse.

Se houverá alguém assim nas fileiras dos Kurus com certeza teria sobrevivido a onda do dharma que se abateu sobre os exércitos de Duryôdhana e livrou o mundo do desequilíbrio cósmico.

Assim as muralhas de Jericó desta sociedade embrutecida da atualidade esta prestes a ruir pelo som potente das trombetas do dharma e quando este estrondo se der quais serão as Raabe?

Quem serão os que verão além do véu da ilusória segurança dos muros aparentementes intransponíveis deste sistema a verdade de que o fim deste ciclo é finalmente chegado?

Quem assim o fizer estará construindo para si uma nova vida, um lugar no novo mundo que virá e que trará para a terra os conceitos mais sagrados que regem a civilização fraterna e universal do cosmos.

A civilização do Espírito, dos filhos e filhas da luz...
A civilização da verdadeira evolução a da alma não
só do corpo físico meramente...

Uma nova História então começara para esta e este,
uma História que superará a destruição do velho e carcomido mundo atual para uma nova dimensão do viver e do ser...

OM SHANTI SHANTI SHANTI

Valter Taliesin

Valter Taliesin
 — com Sofia De Melo Volante.

Abri os olhos e vi o horizonte...
E que horizonte vi?
O horizonte dos teus olhos,
O horizonte dos belos sonhos,
O horizonte dos novos mundos.

Horizonte é o destino sem marca,
O rumo sem métrica,
A chegada que nunca se chega,
O ponto que não é ponto,
O local não localizado.

Horizonte mais que tudo é metáfora,
Horizonte mais que tudo é idéia,
Horizonte mais que tudo é ideal,
Horizonte mais que tudo é conceitual,
Horizonte mais que tudo é surreal.

Surreal porque o real não pode ser definido,
O real é o mundo divino e divino não se define.
Dali tinha as melhores imagens do numinoso,
e porque as tinha?
Porque retratava o absurdo do mistério.

Neste sentido foi melhor retratista
do sagrado que Michelangelo,
que Leonardo,que Rafael, que Botticelli,
e só encontrou um quase igual em Caravaggio,
quase... bem dito.

Suas imagens para os que NÃO VÊEM
Não fazem sentido algum,
mas para quem tem o sagrado olho
bem lumificado elas transparecem em
toda a sua grandeza bizarra mas majestática.

E porque assim?
Porque o sagrado e o mistério,
o divino em sua essência é o puramente
inexplicável, o que soa absurdo e cuja imagem
nos faz achar que deliramos ao contemplar.

Quem diante do sagrado se acha apto a
tudo definir na verdade viu foi Maya.
Quem realmente vê Deus, se é que possamos
definir desta forma, a mudez é sua melhor
expressão em descrever a pura embriaguez dos sentidos.

Assim também é o amor...
Quanto mais o definem e o retratam
ordeiro como um presépio
menos sentido acaba fazendo quando
o surpreendente bate em nossas portas.

Eu vejo em ti o surpreendente
e me admiro e me assusto ao mesmo
tempo pois que se divino é o sentido
e o sentimento como poderia ser de
outra forma ou diferente?

O amor não é linear mas é como
um fluxo de água que caminhos encontra
onde uma métrica, uma régua não
ousaria passar sem tornar tudo
extremamente vazio e superficial.

Como um fluxo de água o amor
contorna obstáculos, entra em buracos,
vales, passa por entre montanhas e se imenso
for até SOBRE as mesmas e nada impede seu fluxo
e sua chegada ao ponto misterioso e indefinido.

E neste instante eu olho e vejo-te diante de mim,
braços abertos convidativos mas um mistério no
olhar, uma sedução nos lábios úmidos,
um que de quero-te em cada sílaba e palavra,
uma leveza em meio a uma pequena dor de seta.

Seta de Eros,
Seta cheia de poção iniebriante,
Seta que não mata revive cabalmente,
Desperta impulsos adormecidos que nos
fazem mais corajosos do que nos achamos.

Coragem, ISTO...
Sim, talvez esta seja a palavra mais 'sensata'
entre o encontrado para definir dois amantes
verdadeiramente entregues um ao outro sem
medo e sem receios de serem e fazerem felizes...

Coragem para ir contra a maré dos negativos,
a sizudez de um mundo envelhecido pela inércia,
um mundo que carece da semente da aparente loucura
que o amor desperta e nos faz saírmos do cásulo
para construirmos um mundo novo.

EU TE AMO...
TU ME AMAS...
NOS AMAMOS...
Nesta certeza é que encontramos o sentido do mistério
da vida, um sentido que não se explica....SE VIVÊNCIA...

Valter Taliesin
 — com Sofia De Melo Volante.

Os olhos olham e vêem o que querem ou melhor o que podem perceber...

Não é porque uma mesma imagem é vista por todos que a interpretação da mesma é homogênea.

Não é porque todos escutam o mesmo discurso que a compreensão é igual.

A capacidade singular dos humanos de ouvirem, verem e interpretarem o mundo segundo o grau de sua evolução é a maior dádiva que recebemos de Deus.

Não queremos robotização, a robotização tira não só o livre arbítrio mas estagna a própria evolução, um consenso natural é soberbo desde que exista SEMPRE no ar a hipótese de mudar-se de opinião quando se queira.

Sempre entendemos sociedades totalitárias como nocivas exatamente porque o
'consenso' não é natural, mas uma força exercida pelo poder que pode punir.

Reparem nesta imagem abaixo...
De um certo ângulo parece um inseto...
De outro ângulo um homem voador de capacete...
De outro um astronauta...
De outro parece uma espécie de divindade...
As vezes parece ter asas ou vibrar as mesmas...
Antenas parece sair das laterais e  dois pequenos
olhos brilhantes estão próximo...
ou seriam dois adereços?
Uma nuvem multicolorida domina o que deveria
ser um corpo ou roupa e atrás
um enorme objeto parecendo um relógio
solar domina a perspectiva da nossa visão.

A imagem parece falar de dimensões
paralelas, de tempo ou ausência dele,
De surrealismo, de inusitado.
Enfim, uma gama de coisas.

O que você vê?

E mais...

Quando você olha para o mundo 
em torno de si o que você percebe?

Será que a mesma imagem que outro
vê é a mesma que você vê?

Devemos ter o discernimento interno na
e da diversidade que a vida é.

Devemos perceber que nem sempre interpretaremos
a realidade da melhor forma que ela pode ser interpretada
e que talvez um outro olhar nos traga uma luz melhor.

Se com uma imagem assim é desta forma
quanto mais as realidades ou supostas realidades
celestes, além do véu de nossa vida hodierna não?...

AMOR E LUZ

Valter Taliesin


A magia da alma transporta-se para os olhos e nos faz ver um mundo maravilhoso ante os olhos...
Basta QUERER MESMO!!!

Mas o quanto queremos?

O quanto permitimos que a beleza, a luz do nosso interior enxergue o mundo a nossa volta?

Já dissemos que a percepção das coisas não são homogêneas para nós humanos mas me pergunto...
Quantos realmente vêem com os olhos interiores da alma?

Quantos contemplam a vida com o sentido do homem interior?

Quantos percebem o fluxo da vida com o olhar da alma?

Talvez a loucura moderna é que seja o grande entrave para
percebermos o mundo invisível que existe no entorno de cada um de
nós.

Nossos olhos se abrem mas diante de nós o que aparece?

A dor, o sofrimento, a fome, a violência, o mal em todas as suas
maneiras mórbidas de manifestar-se...

 Parece se a única coisa
que muitos de nós enxergamos ou a maioria para sermos mais
específicos são as coisas que nos isolam, nos separam, nos tornam
menores do que somos.

Mas entre nós pouco a pouco esta surgindo uma nova geração...

Uma geração que por olhar com o coração, com a alma, com o
espírito consegue ver além do véu ilusório que nos separa da vida plena, 
um olhar consagrado pela própria divindade dentro de cada um.

E será esta geração que mudará o mundo!

Esta será a geração dos que se tornarão deuses criativos de uma nova
realidade de ser e fazer as coisas.

E finalmente o mundo será livre do sistema da degradação.

Paz profunda

Valter Taliesin


Vídeos sagrados





Fonte Youtube




Fonte Google imagens

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