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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

EROS...O Amor Universal

EROS

CÚPIDO

Dizem que antes que os próprios deuses nascessem ele já existia e forjara no ventre da noite eterna a luz de toda vida.

Eros seria assim o manifesto!

O grande deus que revela a face do obscuro, do escondido e que traz através de sua luz brilhante no ventre escuro da noite o brilho da vida.

Desta forma ele seria tanto irmão de Gaia a mãe suprema, quanto das moiras as senhoras do destino.

E ele seria o equivalente ao Espírito divino pairando sobre as aguas originais do Gênesis bíblico.

Qual uma ave sagrada incubando a vida sobre Gaia a terra original surgida do ventre negro da noite e ladeado por suas irmas moiras que pouco a pouco ajudavam-no a traçar o destino de cada ente vivo a nascer seja deus ou humano.

Mas com o advento do patriarcalismo Eros se torna meramente o filho da deusa do amor Afrodite e uma criança gordinha, misto de querubim sapeca e encantador que lança flechas vorazes nos corações dos incautos amantes.

Neste contexto ele se torna internamente o amante de psiquê o lado intuitivo da mente humana, a intuição aliada ao coração para construírem algo novo...com psiquê vencida pelo racional e espiando o amante perde-se este contato entre intuição e sentimento e a vida passa a ser dirigida pela lógica, pela razão...nada contra desde que não se alijassem como fizeram a intuição e o sentimento do processo.

Eros assim aparece como um amante caprichoso no mito tardio, mas um capricho que tem uma razão psico/social/espiritual de ser.

Ao vencer sua confiança no amante e tentar vê-lo como ele era ao invés de continuar tentando sentí-lo vivenciá-lo psiquê o perde.

Assim é nosso racional dissociado da intuição e dos sentimentos!

Criamos uma civilização de resultados e insensível a dor do outro, as diferenças e o que pode ser unitivo nas mesmas se soubermos agir com amor e fraternidade.

Perdemos a própria razão de ser e de existir de verdade!

Afrodite e Eros passam assim a exercer no mito meramente o fator sedutor do amor, a paixão(frases como erostismo, erótico, afrodisíaco passam a significar o prazer sensual puramente) mas o mito original é muito mais que isto tanto ela nascida da espuma de Urano sobre o mar ancestral quanto ele nascido do seio da noite eterna como o primeiro facho de luz manifesto tem muito mais a nos revelar sobre o amor que a mera que a mera paixão, o mero desejo.

É um amor universal, transcedental, que ultrapassa tudo e todos e revela as fontes escondidas da divindade em e além de nós.

Na verdade o que o mito em si propõe é que o amor erótico, afrodisíaco pode e deve levar os humanos a uma interação maior entre si, não devemos ter vergonha de nossos desejos, esconder nossas paixões e vontade de amar mas o que precisamos e usar todos os nosso dons interiores para sabermos canalizar isto de forma a respeitarmos a nós mesmos e ao outro. é isto que pede por exemplo Eros 
a Psiquê e ela fracassa.

Saudemos Eros pelo que ele é não o diferenciemos de Filos o amor fraternal como fazemos nem muito menos de Ágape o amor espiritual mas vejamos estes 3 como um conjunto de manifestação de um mesmo ser, de uma mesma fonte, sagrados cada um de sua forma para fazer de nós humanos divinos e sagrados cada vez mais evoluídos.

Amor e Luz

Valter Taliesin 


Vídeo sagrados

Tema de Love Story

Tema de Casablanca

Tema de Em algum lugar do passado

Tema de quatro casamentos e um funeral

Fonte Youtube





Fonte google imagens

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