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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

AS MOIRAS...As Senhoras dos destinos de deuses e humanos...

AS MOIRAS

AS FIANDEIRAS

AS GRANDES DEUSAS ARANHAS

Segundo o mito matriarcal mais antigo teriam surgido do ventre da Noite cósmica e por isto eram toda poderosas acima até dos próprios deuses.

Segundo o mito patriarcal posterior seriam filhas de Zeus s deus supremo do Olimpo com Têmis ou seja; do pai dos deus e da deusa da lei e da justiça.

Bem diante do fato de que até o próprio Zeus se submetia aos julgamentos das moiras tenho para mim que o primeiro mito é o mais correto.

Elas eram as deusas as senhoras do destino e fiavam ponto por ponto a vida de cada ente vivo existente seja ele mortal ou imortal.

Obviamente isto não deixa de ter um senso, um sentido de predestinação muito forte, e parece que assim era a religião grega e romana de então.

Somente isto explica por exemplo César indo como cordeiro de encontro a morte no senado mesmo advertido por vaticínios para ter cuidado com os idos de Março.

O mais próximo biblicamente que temos das moiras são as simbólicas 'balanças' de YHVH foram citadas quando uma mão apareceu escrevendo palavras de vaticínio na parede do príncipe herdeiro do império babilônico Belsazar - sim pois hoje pela história apesar da Bíblia chamá-lo de rei sabemos que o rei de fato era seu pai Nabonid o máximo que ele era, era um rei adjunto até a morte do pai quando deveria finalmente assumir o trono o que fatalmente devido os vaticínios não o fez -(O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus senhores, e bebeu vinho na presença dos mil.
2Havendo Belsazar provado o vinho, mandou trazer os vasos de ouro e de prata, que Nabucodonosor, seu pai, tinha tirado do templo que estava em Jerusalém, para que bebessem neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas.
3Então trouxeram os vasos de ouro, que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas.
4Beberam o vinho, e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra.
5Na mesma hora apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do castiçal, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via a parte da mão que estava escrevendo.
6Mudou-se então o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro.
7E gritou o rei com força, que se introduzissem os astrólogos, os caldeus e os adivinhadores; e falou o rei, dizendo aos sábios de babilônia: Qualquer que ler este escrito, e me declarar a sua interpretação, será vestido de púrpura, e trará uma cadeia de ouro ao pescoço e, no reino, será o terceiro governante.
8Então entraram todos os sábios do rei; mas não puderam ler o escrito, nem fazer saber ao rei a sua interpretação.
9Então o rei Belsazar perturbou-se muito, e mudou-se-lhe o semblante; e os seus senhores estavam sobressaltados.
10A rainha, por causa das palavras do rei e dos seus senhores, entrou na casa do banquete, e respondeu, dizendo: Ó rei, vive para sempre! Não te perturbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante.
11Há no teu reino um homem, no qual há o espírito dos deuses santos; e nos dias de teu pai se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria, como a sabedoria dos deuses; e teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, o rei, o constituiu mestre dos magos, dos astrólogos, dos caldeus e dos adivinhadores;
12Porquanto se achou neste Daniel um espírito excelente, e conhecimento, e entendimento, interpretando sonhos e explicando enigmas, e resolvendo dúvidas, ao qual o rei pôs o nome de Beltessazar. Chame-se, pois, agora Daniel, e ele dará a interpretação.
13Então Daniel foi introduzido à presença do rei. Falou o rei, dizendo a Daniel: És tu aquele Daniel, um dos filhos dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá?
14Tenho ouvido dizer a teu respeito que o espírito dos deuses está em ti, e que em ti se acham a luz, e o entendimento e a excelente sabedoria.
15Agora mesmo foram introduzidos à minha presença os sábios e os astrólogos, para lerem este escrito, e me fazerem saber a sua interpretação; mas não puderam dar a interpretação destas palavras.
16Eu, porém, tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretação e resolver dúvidas. Agora, se puderes ler este escrito, e fazer-me saber a sua interpretação, serás vestido de púrpura, e terás cadeia de ouro ao pescoço e no reino serás o terceiro governante.
17Então respondeu Daniel, e disse na presença do rei: As tuas dádivas fiquem contigo, e dá os teus prêmios a outro; contudo lerei ao rei o escrito, e far-lhe-ei saber a interpretação.
18Ó rei! Deus, o Altíssimo, deu a Nabucodonosor, teu pai, o reino, e a grandeza, e a glória, e a majestade.
19E por causa da grandeza, que lhe deu, todos os povos, nações e línguas tremiam e temiam diante dele; a quem queria matava, e a quem queria conservava em vida; e a quem queria engrandecia, e a quem queria abatia.
20Mas quando o seu coração se exaltou, e o seu espírito se endureceu em soberba, foi derrubado do seu trono real, e passou dele a sua glória.
21E foi tirado dentre os filhos dos homens, e o seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; fizeram-no comer a erva como os bois, e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens, e a quem quer constitui sobre ele.
22E tu, Belsazar, que és seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que soubeste tudo isto.
23E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos à tua presença os vasos da casa dele, e tu, os teus senhores, as tuas mulheres e as tuas concubinas, bebestes vinho neles; além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não vêem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida, e de quem são todos os teus caminhos, a ele não glorificaste.
24Então dele foi enviada aquela parte da mão, que escreveu este escrito.
25Este, pois, é o escrito que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL, UFARSIM.
26Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino, e o acabou.
27TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta.
28PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas.
29Então mandou Belsazar que vestissem a Daniel de púrpura, e que lhe pusessem uma cadeia de ouro ao pescoço, e proclamassem a respeito dele que havia de ser o terceiro no governo do seu reino.
30Naquela noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus.
31E Dario, o medo, ocupou o reino, sendo da idade de sessenta e dois anos.) Nabucodonozor é dito ser pai de Belsazar aqui mas na verdade ele deveria ser avô ou bisavô do rei pois Nabonid seu pai era vivo e o verdadeiro rei e parece que antes deste reinará Evil Merodaque após o grande rei Nabucodonozor.

As moiras portanto eram o que hoje o esoterismo chama de SENHORES DO CARMA ou CONSELHO CÁRMICO...entidades que pesavam na balança os feitos humanos e mais fiavam, distribuíam sortes e ceifavam vidas.

No novo testamento elas aparecem de forma velada como as 3 colunas sagradas que sustentam a o fiel...A FÉ da esquerda...A ESPERANÇA do meio...E O AMOR da direita...e no velho testamento podem ser entendidas também como as 3 colunas do templo de Salomão e da Cabala...a da SEVERIDADE da esquerda(a que corta) a do AMOR da direita( a que fia) e a da GRAÇA OU MISERICÓRDIA ou do meio(a que dá sortes)...

SÃO ELAS O SUSTENTÁCULO E A PRÓPRIA ÁRVORE DA VIDA E DO CONHECIMENTO DO BEM E DO MAL!!!

Suas equivalentes no mundo nórdico eram as Nornes!!!

ELAS SÃO NO TARÔ A RODA DA FORTUNA!!!

Nosso mundo neste momento esta passando pelo crivo das moiras, das deusas aranhas que tecemos destinos de tudo e todos.

Sera que passaremos no exame?

Amor e Luz

Valter Taliesin

Vídeos sagrados





Fonte Youtube







Fonte Google imagens

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