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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A MONTANHA...





A MONTANHA...

O dia em que subi a Montanha era um dia tremendo...
Fazia um frio gelante e junto dele um tremendo temporal, um verdadeiro vendaval acossava toda a encosta do monte.
Raios e trovões cortavam e ribombavam nos céus e o mato verde embaixo envolto à Montanha se revolvia furioso, as árvores do começo da encosta, mesmo as mais centenária dobravam-se de pavor e reverência ante o Senhor Supremo do Martelo.
No dia em que subi a Montanha não parecia alpinista, nada do que estes caras levam estava comigo.
Parecia mais um caminhante...roupas surradas, botas gastas pelo tempo, um chapéu de aventureiro alá Indiana Jones, uma jaqueta de couro acompanhando o layout...assim estava eu no dia em que subi a Montanha.
O seboso barro descia ao meu redor, o imenso promontório se eleva ante mim, usava minhas mãos como garras e meus pés como apoio, a água fria e gélida batia em meu rosto como se fossem pregos lançados por uma furadeira... vez ou outra minhas botas resvalam mas eu me apoiava nas pedras ao redor, tomava fôlego e começava de novo.
Não havia nenhum outro caminhante comigo naquele dia...lembro-me que quando passei horas antes perto de uma caverna vi muitos deles ali abrigados ao redor de um belo fogo, mas segui adiante pois meu coração queimava como brasas dentro de mim.
Nada via, nada percebia de fato, além do Monte distante que pouco a pouco se avizinhava.
Agora ali, subindo, subindo, encharcado de água fria e lama, acossado pelo vento, em tempo de cair e ir rolando monte abaixo, eu subia irresoluto a grande montanha.
Segundos passaram...
Minutos passaram...
Horas passaram...
Ia já alta a madrugada de uma escalada que começara quase 17 horas do dia anterior....com sede, fome, sono, cansado, dolorido, machucado, quase hipotérmico, eu continuava a subir e a subir...de repente ouvi uma voz sussurrar em meus ouvidos...você poderia estar agora rodeados de minhas belas filhas, com as mais belas roupas, as mais ricas jóias, no mais belo palácio, rodeado de serviçais e de amigos louvando sua grandeza, mas você preferiu estar aqui, a ponto de morrer, subindo esta Montanha só porque um velho louco lhe disse que aqui tem um portal para outras esferas e que quem adentra o mesmo conhece sua missão de vida.
Você é o cara mais otário que o mundo já produziu, um idiota contumaz, um imbecil perfeito...
E vários outros impropérios ouvia daquela voz, geralmente assobiada pelo vento mais algumas vezes latejando na minha cabeça, como se aquela entidade tivesse poderes de até entrar no oculto de meu ser ou de contatar algo nele que tinha receios tremendos do que empreendia e anelo profundo pelas bugigangas que me oferecia a titulo de grandeza.
De repente senti em minha mão, ou melhor em meu pulso um estalo, era como uma corda de piano partida, um som dolorido saído do mais perfeito violino de Paganini quando se quebra a perfeição. Era como se a natureza ao redor, e meu corpo inteiro chorasse e estremecesse, como se o próprio Senhor do Martelo gritasse cuidado...e foi então que senti um raio e um trovão enorme e vi um outro raio cruzar os céus e percebi que imediatamente aquela voz melodiosa, encantadora até, mas cheia de fel e de engodo sumiu...sentia o pulso direito latejando mas inexplicavelmente uma força interior renovada vibrou de dentro para fora de mim...senti não só o pulso dolorido e destroncado, mas todo meu corpo vibrar com a energia, tremi, mas entretanto nunca nas horas passadas escalando, subi com mais forças e energias, percebia que minhas pernas pareciam que aderiam as reentrâncias da montanha e minhas mãos, mesmo a machucada seguravam firmes os lugares de impulso e assim ia e alçando para o desconhecido com mais coragem e menos esforço, mais rápido e menos cansado que outrora.
De repente minhas mãos bateram no que senti ser relva...estava muito escuro, pouco conseguia ver, mas então vários raios começaram a pipocar em redor do lugar e percebi que havia chegado ao cume do grande Monte, da imensa Montanha. Subi pouco a pouco todo o corpo, forcei as pernas e me levantei...olhei para baixo e uma tremenda vertigem me acometeu, pensei que iria cair, me espatifar lá embaixo, mas era como se mãos invisíveis me segurassem; olhei para baixo e vi o imenso negrume da noite escondendo a escalada que fiz, levantei então o olhos e entre um mar de clarões pude ver ao longe que os viajantes na caverna estavam à porta observando o monte como se me pudessem ver.
Ali fiquei absorvendo alguns momentos aquele cenário, não me sentia vitorioso apenas agradecido.
Voltei lentamente meu olhar para o centro do cume do monte e lá vi uma roda de gigantes imensa....Imenso monolítos ou megalitos formavam uma roda em número de doze e no centro um outro ladeado dos 4 lados por imensas mesas votivas de pedra bruta ou digamos altares....Percebia quer os raios caiam com mais frequência exatamente no centro do círculo, no monolíto ou megalito central ...Foi quando percebi que em cada um dos monolitos surgiram figuras imensas...homens de vastas cabeleiras revoltas pelo vento, barbas imensas, manto brancos e cajados na mão tendo cada um deles uma enorme gema preciosa sobre eles. Tudo parecia um enorme cenário de fantasia mas com um único detalhe... eu sabia que era real. Caminhei calma e resolutamente para o centro daquela ciranda e nada ouvi e nada disse àqueles seres...senti que devia ir até o centro , ao monolito ou megalito central ...antes rodeei-o , rodeei as mesas sobre as quais percebi imensas coisas que pareciam caixas de cristais de um brilho intensamente reluzente...hermeticamente fechadas e dentro das quais brilhavam o que me parecia a mais pulsante e vibrante luz que jamais virá. Sai do encanto e fui ante o monolito ou megalito central. senti que deveria como aqueles homens encostar-me nele e o fiz...
Naquele momento aqueles gigantes no meio dos quais parecia um pigmeu puseram-se a recitar diversos mantras de poder e a cada entonação diferente que davam levantavam seus cajados e matizes de cores e sons se faziam ouvir na ciranda de pedra e mais especificamente no monolito/megalito em que estava.
De repente, um grito tremendo vindo dos anciões...
ESTA FEITO!
E então tudo em volta sumiu...mergulhei um vasto e profundo oceano leitoso de cores variadas, sentia como se caísse, outros momentos que subia, o fato é que me vi num lugar distante que vim a descobrir era o centro deste universo Local...NEBADON...ali estava diante daquela augusta figura que em eras passadas encarnou-se entre nós e veio ser conhecido como Jesus o Cristo...ele estava bem diferente dos retratos meigos que fazem dele até hoje...somente o grande cabelo e as traça laterais, a barba bem aparada, lembravam o homem e o mito... o resto era sem explicação...imenso, um gigante percebia que seu manto era um entrelaçar de energias se bem posso dizer o intraduzível, sua aparência cada hora parecia refletir uma cor do arco iris...mas dentro daquilo tudo o que me chamou mais a atenção foram seus olhos....olhos de um profundo mar cor de mel e um isto de uma doçura e majestade imensos que me pareciam cortar por dentro e por fora revelando tudo o que fui, sou e serei e até minhas vidas paralelas...quando aquele olhar depositou-se sobre mim viajei para frente, para trás e para os lados no espaço tempo... me vi de todas as formas, com todas as aparências, desde minha saída dali, do centro de NEBADON, a bilhões de anos atrás rm missão. até experiências em passado remoto de esquecimento de minha origem, de esquecimento do brilho das estrelas de Órion,da imanente alegria daquelas cidades majestosas que se uniam harmoniosamente a exuberantemente à natureza ao redor... me lembrei de carmas negativos ancestrais, de encarnações simples e costumeiras como se aguardo ou de remissão e outras de intensa atuação, de destaques frontais diante da odisseia humana em vários lugares. Vi o momento que cheguei à Terra, neste imenso mar de bilhões de anos passados, vi os primeiros passos que dei aqui como geneticista/guerreiro tentando criar um híbrido entre o humano ancestral da Terra e nossa própria raça.
Vi os milhares de anos, os milhões de anos passando, vi Hiperbória, Thule, Lemuria, Atlântida, Império Rama e até outros reinos nunca sequer mencionados mas não menos esplendorosos se erguerem, vi vimanas singrarem os céus, vi uma raça de poderosos gigantes ascenderem aos céus, criarem colônias na Lua, em Marte e até em planetas considerados inóspitos demais para a vida. Vi os anos passando e esta grande civilização ruindo na Terra em uma guerra fratricida devastadora que envolveu não só o centro de poder desta civilização mas suas grandes colonias siderais... vi enfim um remanescente deste povo, naquilo que ficou conhecido como ARCA CELESTE sarparem por um fiat de lux no espaço(um portal estelar) que os levaram a um planeta e sistema solar muito distante de nós e então inabitado por pessoas como eles(nós).
Eram considerados os eleitos, os mais evoluídos espiritualmente da imensa massa que se degenerará.
Vi por fim uma outra arca, esta terrestre, aliás vi várias delas, que levaram outros seres desta civilização para pontos onde a catástrofe fora de menos intensidade e onde na Terra era possível recomeçar de novo. Na frente de uma destas arcas vi que estavam gigantes, seres de beleza imensa, lembrando muito o que se define os como os patriarcas bíblicos de outrora e outras, as figuras imponentes dos deuses egípcios, celtas, hindus e nórdicos. Um dele como certeza posso afiançar que era...O SENHOR DO MARTELO.
Então entendi e percebi que diante do fim eminente os bons desta civilização resolveram criando estes dois grupos e dar chances para que o legado da mesma sobrevivesse aqui e num lugar distante para que vingando os dois ou morrendo um as chances de não se perderem eram imensas.
Assim foi que soube que muitas das ruínas que dizem existir nos planetas vizinhos em verdade não são provas de alienígenas que antes de nós viveram nestes planetas mas restos desta grandiosa civilização que alcançou os céus, colonizou-os e se auto destruiu.
Naquele momento foi que percebi que um dos condutores de umas das grandes arcas ou naus...era eu...sim...eu...numa vida pregressa de intensidade extrema.
Acredite quem quiser foi isto que vi.
E para encurtar o relato, outras coisas vi, uma são lícitas falar para humanos ouvidos outras que só podem ser vivenciadas no ser e estes mesmos ouvidos terão que galgar a montanha que galguei ou similares para se auto descobrirem...QUEM SÃO...DE ONDE VIERAM E PARA ONDE VÃO...
Voltei a mim e a tempestade havia passado...todos tinha sumido...e sobre uma das mesas onde antes vira uma das imensa caixas de cristal agora havia um farto banquete como frutas de todas as espécies, mel puríssimo, tortas doces e salgadas com inúmero recheios, mas nenhum animal a não ser derivados; uma espécie de arroz com especiarias, ervas e variedade de legumes com uma crosta de queijo de cabra saído do forno(onde estaria o mesmo?) que jamais esquecerei, vinho sim, pois é o fruto da vida do conserto, um símbolo sagrado e claro o pão outro símbolo sagrado, fartura de pães de todos os tipo e recheios.
Batatas greladas, lasanha de berinjela e massa com espinafre, contraposto a queijos variados...e água fresca em abundância. Comia comia, e quando ia parar ouvia uma voz que dizia come, come tudo pois longo será seu caminho e esta comida, a força e o sabor dela te acompanharão por todos os dias que virão bem como as lembranças do que viste aqui. Depois de comer deitei na relva que outrora úmida, secara diante de tanto poder envolvendo aquele círculo. Ali dormi o melhor dos sonos de todas as minhas vidas. E sonhei, sonhei novamente com o Grande, Micael de Nebadon, atual Cristo cósmico desta evolução ou ronda universal e ele me disse coisas inefáveis que vão acontecer sobre minha vida que só o tempo dirá a grandeza das mesmas e a minha pequenez diante de tudo isto.Pois toda a glória é para o divino em nós morante.
A descida da montanha foi uma descida fr JINA. Estava no cume e quando dei por mim fui alçado ao céu por mãos invisíveis e me vi bem para além do Monte, rumo a caverna na estrada... ali encontrei os outros peregrinos eles me olharam receosos e não entendi porque...foi então que vi que toda a minha vestimenta estava mudada, estava limpa e mais como nova, a bota parecia retirada da loja hoje, roupas, tudo bem engomado e alinhado, jaqueta reluzente como se tivesse sido lubrifica, chapéu perfeito, barba feita e como que de banho tomado e um suave perfume saia de minha pele... e o mais interessante, disseram que um brilho estranho como se formasse uma estrela de nove pontas saia de meu rosto. Sai dali e pus-me a meditar e anos depois de tudo isto, 20 longos depois, e lutas renhidas enfrentadas em prol do Bem no mundo, percebo que dentro de mim, o que me dá forças para prosseguir sãos as cenas marcadas a ferro e fogo em meu coração e mente...DAQUELE DIA e dos olhos magistrais do Grande Mestre e de sua presença iluminadora.
E ASSIM PROSSIGO ATÉ O FINAL DESTA ATUAL JORNADA, COM AMOR, LUZ E FÉ RENOVADOS NO DEUS DE MINHA VIDA!!!
MARANATA!
Valter Taliesin


VÍDEOS SAGRADOS

MAHALIA JACKSON

Amazing grace

How a got over live

Lord don't the move mountain

Trouble of the world

In the upper room

Joshua fit the  battle  of Jericho


Oh Happy Day!

Fonte Youtube






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