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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

SHIVA/SHAKTI...porque Deus(a) é menino e menina...

Dentre todas as grandes deidades da Índia Lord Shiva e sua Shakti é com quem mais me identifico.

Shiva o esposo de Pavarti, o pai de Ganesha é na visão mais literal do mito o senhor da natureza e o Yogue supremo...aquele que medita a criação e leva os homens até Deus(a).

Em sua visão mais escatológica é o destruidor e recriador do universo, uma força viva da natureza...o grande dançarino cósmico de infinitos braços de energia...e aqui Pavarti é Kali a grande destruidora universal...

Em sua visão mais sublime é o próprio mistério oculto, o mais secreto conceito sobre Deus possível, maior até do que seus pares na trindade...Vishnu e Brahma...a própria face de PARABRAHMAN....portanto acima de diferenciação quer como SHIVA E PAVARTI OU SHIVA E KALI...ele e sua Shakti são ou como gostam de dizer os estudiosos mais intuitivos NÃO SÃO nenhum conceito específico.

Aliás, dependendo da corrente hindu com que o buscador tem o primeiro contato ele vai aprender ou que...Brahma é o maior dos conceitos sobre Deus(Brahmanistas), ou que Vishnu o é(Vishnuístas) ou é Shiva(Shivaístas)...

Todavia estas são querelas teológicas que em nada diminuem nem um nem outro destes conceitos sobre o sagrado mas só demonstram o quanto são profundos e interessantes.a ponto de levarem os homens a criarem correntes sobre eles.

As questões sobre quem são de fato estas 3 faces de Deus por si mesmas já são deveras complexas e intrincadas...inclusive com cada um tendo sua contra parte ou Shakti sendo as de Brahma e Vishnu respectivamente...Sarasvati e Lakshmi...

Shiva já foi chamado de tudo...inclusive de DEUSA...

Entretato as visões mais comumentes são a do deus da natureza e senhor do Yogues... marido de Pavarti e pai de Ganesha ou então a do dançarino cósmico eternamente unido e manifestando sua Shakti em um eterno abraço YIN YANG da Força...

Talvez a confusão esteja justamente nesta ligação simbiótica entre Shiva e sua Shakti ou força criativa divina, assim como existia entre o Yahveh hebreu e sua Shekináh ou Glória divina a ponto de algumas correntes antigas alternativas do judaísmo venerá-la como ASHERÁH...

Na verdade é IMPOSSÍVEL falar de Deus sem falar de Deusa a não ser que enfoquemos o conceito acima de qualquer conotativo, gênero ou polaridade do tipo masculino ou feminino...

Deus(a) assim tanto é pai quanto mãe...

O fato de Shakti ser a força criativa de Shiva não a faz derivada dele ou inferior mas sim assiná-la que ela é a própria razão de Ser de sua divindade...

Assim SE quisessemos pelo conceito de quem determina o que enxergar 'algo superior' este deveria ser Shakti não Shiva...

MAS...

Nem isto é verdadeiro nem justo com nenhum dos dois pois o que de fato temos é UMA E MESMA DEIDADE expressa como pai(Shiva) o gerador da vida, a face ciente revelada de SI MESMO e Shakti a força geradora do gerador, a matriz de toda a vida, e a face abscondida deste mesmo gerador...

Se olharmos no plano da matéria veremos o mesmo mistério...

O fato do mito judaico/cristão apresentar a mulher advinda da costela do homem foi deturpado pelos legalistas de forma TORPE, machista e tendenciosa ao longo dos tempos...

Na verdade o que temos aqui é em escala humana o mesmo mistério da divindade ou seja; de SHIVA E SHAKTI...

A mulher é o poder, a energia divina, a face oculta, intuitiva do homem primordial,  de ADAM KADMON, do humano original e este é a face revelada, consciente, manifesta e racional da mulher, na criação...quando esta surge no contexto evolutivo ela de fato é este mesmo homem primordial, este humano original que assume a feição do que tem de mais belo, secreto e sagrado por dentro...também fora...na verdade como diz uma das supostas 'heresias' dos tempos primevos da igreja... a mulher é o lado DIVINO IMANIFESTO do homem primordial que se encarna quando sai de sua costela... não seu lado inferior...

O homem seria o ego ciente e encarnado... O DIVINO MANIFESTO...O EU SOU... e a mulher neste contexto a alma imanente, dentro de cada um de nós O EU SOU O QUE SOU ou seja; o mistério último além dos conceitos racionais...por isso que os dois TEM QUE SER E SERÃO de fato eternamente UM pois em cada homem tem-se uma mulher em potencia e em cada mulher um homem manifesto pois AMBOS são conceitos de potência e de ciência dos seres vivos... NUNCA quiseram ser o que fizeram deles ou seja; relato literal da criação de homem em mulher...é uma forma POÉTICA E SIMBÓLICA...METAFÓRICA de apresentar o mistério de EGO ENCARNADO E ALMA ENCARNANTE...DE CONSCIÊNCIA EMANENTE E ALMA IMANENTE...

São a manifestação deste mistério supranatural em escala natural...o homem como o LOGOS, O GRANDE EGO CRIATIVO E CONSCIÊNCIA CÓSMICA UNIVERSAL... o conhecimento supremo DAS coisas, a racionalidade em ação e a mulher como SOPHIA, A ALMA MUNDI, IMANENTE E PRESENTE... em tudo... a sabedoria divina suprema NAS coisas, a intuição em potência...um NÃO PODE VIVER SEM O OUTRO e de fato OS DOIS vivem em cada ser humano da terra pois para TODO O SEMPRE nós humanos seremos almas imanifestas em egos manifestos ou seja; EU SOU(o revelador,  o observador,o ego de cada um, de gênero masculino e consciente) que manifestam O QUE SOU(a revelação, o observado, a alma de cada um, de gênero feminino e imanente) em essência...

Quer encarnados como homens ou mulheres somos acima de tudo a união dos dois EM CONCEITO EM POTÊNCIA E MANIFESTAÇÃO dentro de nós mesmos...

Shiva e Shakti assim são uma e mesma divindade separadas como Deus e Deusa para melhor entendermos O QUE SE REVELA(  Shiva o deus regente da natureza, o senhor dos yogues e o grande dançarino cósmico universal, consciência e grande ego...EU SOU... de todas as coisas....a grande face do Eterno Misterio escondido) do que é REVELADO(Shakti o poder universal destruidor e recriador  de tudo e imanente em tudo...o próprio Eterno Mistério oculto)...

Todavia para além destes conceitos e definições humanas encarnadas... REVELADOR E REVELAÇÃO...DEUS E PALAVRA...DEUS E SABEDORIA...DEUS E GLÓRIA DIVINA...SÃO A MESMA COISA ALÉM DA DIFERENCIAÇÃO E DA CONCEITUAÇÃO...

Que possamos permitir que este divino além de conceituação se torne efetivamente VIVO dentro de nós...

Que possamos sentir que além da manifestação multifacetada como ego encarnantes a vida de fato é una como ALMA MUNDI...

 Não só ALÉM de nós em PARABRAHMAN...PARAATMAN... mas...EM NÓS...ATMAN...O que SOU(alma)...SENDO(ego)...

Embaixo alguns textos interessantes sobre Shiva e Shakti...

Abraços 

Paz profunda

Valter Taliesin


OM TAT SAT



SHIVA


Shiva ou Xiva é um deus ("Deva") hinduo Destruidor (ou o Transformador), participante da Trimurti juntamente com Brama (Brahma), o Criador, e Vixnu (Vishnu), o Preservador.
Uma das duas principais linhas gerais do hinduísmo é chamada de xivaísmo, em referência ao deus.

Índice

  [esconder

[editar]Ioga

Na tradição hindu, Shiva é o destruidor, que destrói para construir algo novo, motivo pelo qual muitos o chamam de "renovador" ou "transformador". As primeiras representações surgiram no período Neolítico (em torno de 4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o "Senhor dos Animais". A criação do yôga, prática que produz transformação física, mental e emocional, portanto, intimamente ligada à transformação, é atribuída a ele.
Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o meditante (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).

[editar]O trishula


Shiva segurando o trishula
O tridente que aparece nas ilustrações de Shiva é o trishula. É com essa arma que ele destrói a ignorância nos seres humanos. Suas três pontas representam as três qualidades dos fenômenos: tamas (a inércia), rajas (o movimento) e sattva (o equilíbrio)

[editar]A serpente

naja é a mais mortal das serpentes. Usar uma serpente em volta da cintura e do pescoço simboliza que Shiva dominou a morte e tornou-se imortal. Na tradição da ioga, ela também representa kundalini, a energia de fogo que reside adormecida na base da coluna. Quando despertamos essa energia, ela sobe pela coluna, ativando os centros de energia (chakras) e produzindo um estado de hiperconsciência (samádhi), um estado de consciência expandida.

[editar]Ganga

No topo da cabeça de Shiva se vê um jorro d'água. Na verdade é o rio Ganges (Ganga) que nasce nos pés do Senhor Vishnu, e jorra na cabeça de Shiva. Há uma lenda que diz que Ganges era um rio muito violento e não podia descer à Terra pois a destruiria com a força do impacto. Então, os homens pediram a Shiva que ajudasse e ele permitiu que o rio tão logo saísse do Mundo Espiritual, caísse primeiro sobre sua cabeça, amortecendo o impacto e depois, mais tranqüílo, corresse pela Terra.

[editar]Lingam

Lingam ("emblema", "distintivo", "signo"), também chamado de linga, é o símbolo fálico de Shiva. Ele representa o pênis, instrumento da criação e da força vital, a energia masculina que está presente na origem do universo. Está associado ao poder criador de Shiva.
lingam é o emblema de Shiva. Na Índia, reverenciar o lingam é o mesmo que reverenciar a Shiva. Ele pode ser feito em qualquer material, embora o preferido seja o de pedra negra. Na falta de uma escultura, se constrói um lingam com a areia da praia ou do leito do rio; ou simplesmente se coloca em pé uma pedra ovalada.
É comum, nos templos, se pendurar sobre o lingam uma vasilha com um pequeno orifício no fundo. A água é derramada constantemente sobre ele numa forma de reverência. A base do lingamrepresenta yoni, a vagina, mostrando que a criação se dá com a união do masculino e feminino.

[editar]Damaru


Shiva, como Nataraja.
tambor em forma de ampulheta representa o som da criação do universo. No hinduísmo, o universo brota da sílaba /ôm/. É interessante comparar essa afirmação com a conhecido prólogo do Evangelho de São João: "No princípio era o Verbo (a sílaba, o som). E o Verbo era Deus. (...) Tudo foi feito por Ele (o Verbo) e sem Ele nada se fez."
É com o som do damaru que Shiva marca o ritmo do universo e o compasso de sua dança. As vezes, ele deixa de tocar por um instante, para ajustar o som do tambor ou para achar um ritmo melhor e, então, todo o universo se desfaz e só reaparece quando a música recomeça.

[editar]Fogo

Shiva está intimamente associado ao fogo, pois esse elemento representa a transformação. Nada que tenha passado pelo fogo, permanecerá o mesmo: o alimento vai ao fogo e se transforma, a água evapora-se, os corpos cremados transformam-se em cinzas. Assim, Shiva convida-nos a transformarmo-nos através do fogo do ioga. O calor físico e psíquico que essa prática produz auxilia-nos a transcender os nossos próprios limites.

[editar]Nandi

Nandi ("aquele que dá a alegria") é o touro branco que acompanha Shiva, sua montaria e seu mais fiel servo. O touro está associado às forças telúricas e à virilidade. Também representa a força física e a violência. Montar o touro branco, significa dominar a violência e controlar sua própria força.
Sua devoção por seu senhor é tão grande que sempre se encontra sua figura diante dos templos dedicados a Shiva. Ele está deitado, guardando o portão principal.

[editar]A lua crescente

lua, que muda de fase constantemente, representa a ciclicidade da natureza e a renovação contínua a qual todos estamos sujeitos. Ela também representa as emoções e nossos humores que são regidos por esse astro. Usar um crescente nos cabelos simboliza que Shiva está além das emoções. Ele não é mais manipulado por seus humores como são os humanos, ele está acima das variações e mudanças, ou melhor, ele não se importa com as mudanças pois sabe que elas fazem parte do mundo manifesto. Os mestres que se iluminaram afirmam que as transformações pelas quais passamos durante a vida (nascimento e morte, o final de uma relação, mudança de emprego, etc.) não afetam nosso ser verdadeiro e, portanto, não deveríamos nos preocupar tanto com elas.

[editar]Nataraja

Neste aspecto, Shiva aparece como o rei (raja) dos dançarinos (nata). Ele dança dentro de um círculo de fogo, símbolo da renovação e, através de sua dança, Nataraja cria, conserva e destrói o universo. Ela representa o eterno movimento do universo que foi impulsionado pelo ritmo do tambor e da dança. Apesar de seus movimentos serem dinâmicos, como mostram seus cabelos esvoaçantes, Shiva Nataraja permanece com seus olhos parados, olhando internamente, em atitude meditativa. Ele não se envolve com a dança do universo pois sabe que ela não é permanente. Como um yogue, ele se fixa em sua própria natureza, seu ser interior, que é perene.
Em uma das mãos, ele segura o Damaru, o tambor em forma de ampulheta com o qual marca o ritmo cósmico e o fluir do tempo. Na outra, traz uma chama, símbolo da transformação e da destruição de tudo que é ilusório. As outras duas mãos, encontram-se em gestos específicos. A direita, cuja palma está a mostra, representa um gesto de proteção e bênçãos (abhaya mudrá). A esquerda representa a tromba de um elefante, aquele que destrói os obstáculos.
Nataraja pisa com seu pé direito sobre as costas de um anão. Ele é o demônio da ignorância interior, a ignorância que nos impede de perceber nosso verdadeiro eu. O pedestal da estátua é uma flor de lótus, símbolo do mundo manifestado.
A imagem toda nos diz: "Vá além do mundo das aparências, vença a ignorância interior e torne-se Shiva, o meditador, aquele que enxerga a verdade através do olho que tudo vê (terceiro olho,Ájña Chakra)."

[editar]Pashupati

Pashupati ("senhor dos animais", de pashu, "animais", "feras", "bestas", e pati, "senhor", "mestre") é uma das primeiras representações de Shiva e surgiu no neolítico, por volta de 4.000 a.C.. É representado com três faces, olhando o passar do tempo (passado-presente-futuro). A coroa em forma de cornos de búfalo evidencia a proximidade de Shiva com esse animal que representa as forças da terra e da virilidade. Pashupati está sentado em posição de meditação, o que nos faz pensar que as técnicas meditativas já existiam naquele período. Os quatro animais ao seu redor são o tigre, o elefante, o rinoceronte e o búfalo. Por ser o Senhor das Feras, Pashupati podia meditar entre elas sem ser atacado. Mas, há um outro simbolismo. Esses animais podem representar nossas emoções e instintos mais básicos como o orgulho, a força bruta, o ódio e a sexualidade desenfreada. Pashupati, então, é também aquele que domou suas feras interiores, suas emoções e convive sabiamente com elas. O Shiva Purana, conta que os deuses estavam em luta com os demônios e, como não estavam conseguindo vencê-los, foram pedir auxílio a Shiva. Shiva lhes disse: "Eu sou o Senhor dos Animais (Pashupati). Os corajosos titãs só poderão ser vencidos se todos os deuses e outros seres assumirem sua natureza de animal." Os deuses hesitaram pois achavam que isso seria uma humilhação. E Shiva falou novamente: "Não é uma perda reconhecer seu animal ( a espécie que corresponde no mundo animal ao princípio que cada deus encarna no plano universal). Apenas aqueles que praticam os ritos dos irmãos dos animais (Pashupatas) podem ultrapassar sua animalidade." Assim, todos os deuses e titãs reconheceram que eram o rebanho do Senhor e que ele é conhecido pelo nome de Pashupati, O Senhor dos animais.

[editar]Ardhanaríshvara

O lado direito da estátua é claramente masculino, apresentando os atributos de Shiva: a serpente, o tridente, etc. Do lado esquerdo, vemos uma figura feminina, com os trajes típicos, o brinco feminino, etc. Esse aspecto de Shiva representa a união cósmica entre o princípio masculino (Shiva) e o feminino (Parvati), entre a consciência (Shiva) e a matéria (Parvati).
As cobras que Shiva usa como colares e braceletes simbolizam o seu triunfo sobre a morte, a sua imortalidade.
O filete de água que se vê jorrar de seus cabelos é o rio Ganges. Conta a lenda que o Ganges era um rio muito revolto que corria na morada dos deuses. Os homens pediram para que o rio corresse também na terra. Porém, devido à violência do rio, seu impacto com a terra seria muito violento, terminando por aniquilá-la. Para resolver o problema, Shiva permitiu que o rio primeiro passasse por sua cabeça para amenizar o impacto com a terra, em seguida escorresse suavemente pelos seus longos cabelos.
Sendo o asceta eremita da Trimurti, Shiva é considerado o criador do Yôga, que teria ensinado pela primeira vez à esposa Parvati.


SHAKTI

Shákti significa o poder de um deus, na religião e mitologia indianos. Significa também sua esposa. Assim, Párvati é a shákti de ShivaLákshmi a de Vishnu e Sarasvati a de Brahma.
Um dos mitos relatados por Zimmer conta que, quando os deuses se reuniram para criar o mundo, apenas Shiva, o asceta que passava o tempo em meditação no Himalaia não tomara ainda esposa. Como se recusasse a sair do estado de absorção, o mundo não poderia ser criado, e assim esse dois, e ainda outros deuses, procurando uma mulher que se dispusesse a viver a dura vida de privações de Shiva, encontraram Sáti, a primeira esposa do deus asceta, que mais tarde, ao se autoimolar por ter sido seu marido desrespeitado, se tornou o símbolo da lealdade da esposa.
Sháktis são as companheiras dos Deuses da Trimurti Hindu:
O sistema indiano de divindades se refere à Shakti como a manifestação da energia. Shakti, a deusa mãe, também conhecida como ambaa (mãe), ou devi (deusa). É considerada a personificação da energia cósmica em sua forma dinâmica. Shakti é a mãe de Skanda e Ganesha. Acredita-se que Shakti seja a força e a energia nas quais o universo é criado, preservado, destruído e recriado (pela trindade do Hinduísmo: Brahma, Vishnu e Shiva).
Shakti é adorada em várias formas:
  • Como RajarajesWari ou Kamakshi, ela é a mãe universal.
  • Como Uma ou Parvati, ela é a gentil cônjuge de Shiva.
  • Como Meenakshi - ela é a rainha de Shiva.
  • Como Durga, ela monta tigre, que grita de forma a atacar. Durga simboliza a vitória do bem contra o mal.
  • Como Kali, ela destrói e devora todas as formas de demônios. Ela também é a personificação do tempo, e sua forma sombria é simbolizada como o futuro segundo nosso conhecimento.
Acreditar em Shakti como o aspecto feminino de uma divindade é comum na malha religiosa da Índia.
Práticas tântricas envolvendo gestos, cantos e yantras são executados em adoração a Shakti.

Fontes dos textos...WIKIPEDIA...

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Vídeos interessantes sobre o assunto...

Shiva Shambhoo - Namastê -


Shakti



Shiva Shakti - Tantra -


Fonte Youtube


















                  1. FONTE GOOGLE IMAGENS












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